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Na noite do último domingo(10), um assalto a uma igreja evangélica não terminou como os ladrões planejavam, e não foi porque a polícia os prendeu.
Um grupo de homens armados invadiu a igreja e tentaram roubar a tesouraria. Após entrar no templo, os suspeitos não conseguiram seguir em frente. Segundo relatórios da Polícia, um dos bandidos teve um infarto fulminante e morreu na hora.
A igreja evangélica assembléia de Deus Vida Nova, está localizada em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo a PM, nada foi levado e os demais meliantes fugiram deixando o corpo do comparsa para trás.
Ainda de acordo com o 15º BPM (Duque de Caxias), o suspeito estava com uma arma de brinquedo e tentaria roubar a tesouraria do templo. Ele chegou a ser levado para Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Beira-Mar, mas não resistiu.
Igrejas
Quase cinco meses após os ataques de muçulmanos extremistas
a igrejas no Níger, a comunidade cristã ainda tenta se reerguer e seguir
com suas vidas sem ter medo do que ainda pode acontecer.
Em 16 de janeiro membros de grupos radicais saquearam e queimaram cerca
de 70 igrejas e instituições ligadas a elas. Os ataques pegaram todos de
surpresa, pois não havia registro de conflitos entre cristãos e muçulmanos, até
então, naquele país.
O ataque foi uma forma de protesto contra a revista ‘Charlie Hebdo’ que
voltou a publicar uma charge do profeta Maomé. Semanas antes, uma das charges
publicada pela revista motivou a invasão e o assassinato de 12 pessoas na sede
da publicação em Paris.
Mas a resposta do Níger aparece completamente sem sentido, os grupos
radicais começaram a destruir igrejas e lares cristãos. Dez pessoas foram
mortas na capital Niamey e o terror se instalou por todo o país.
O brasileiro Alexandre Canhoni atua como missionário no Níger e chegou a
relatar para a imprensa como tudo aconteceu. Ele e sua família conseguiram
escapar sem ferimentos, mas a casa onde eles moravam e onde funcionava uma base
missionária foram completamente destruídas.
Assim como Alexandre, outros missionários e famílias cristãs estão
trabalhando para reconstruírem suas residências, escolas e igrejas. O trabalho
acontece diante do temor de novos ataques.
Em entrevista, o missionário informou
que os espaços da missão foram completamente destruídos
Família missionária
Alexandre Canhoni e sua família moram no Níger há 14 anos desenvolvendo
trabalho social e missionário que atende a cerca de 2.000 pessoas, entre
crianças e adolescentes.
Ao longo desses anos ele jamais pensou que presenciaria um ataque tão
violento de muçulmanos contra cristãos. “17 de janeiro vai ficar marcado para o
resto de nossas vidas”, disse à época em entrevista ao ‘Gospel Prime’.
Diante do risco de novos ataques, alguns missionários cristãos começaram
a deixar o Níger, mas Alexandre não pretende sair do país africano. “Eu só saio
com os meus filhos. Nós estamos com 17 filhos adotados”, relatou.
Fonte: Gospel
Prime
Igrejas
A bancada gay de deputados, liderados por Jean Wyllys, resolveu contra-atacar a bancada evangélica e lançou o projeto de lei que visa proibir casamentos entre evangélicos. Se aprovado, evangélicos não poderão se casar entre si. Segundo o deputado Marcelo Almeida a medida é justa: “Eles são contra o casamento gay, então nós também somos contra o casamento evangélico. Evangélico não tem condições de criar um filho, olha no que dá, nascem coisas como Silas Malafaia e Marco Feliciano.”
A medida é polêmica e se aprovada poderá anular, inclusive, os casamentos evangélicos já realizados até agora. Para o pastor Álisson Amorim, a tentativa é absurda: “Eles não podem anular, pois para nós, o sexo só é permitido dentro do casamento e se for anulado, significa que nós não estávamos casados, ou seja, estávamos fazendo sexo fora do casamento com a própria esposa, logo estávamos em pecado!”
Artigos - Igrejas
Desde o último sábado, 30/09, o cantor e evangelista Luiz de Carvalho está internado, após ter sofrido uma parada cardíaca.
Até este momento, a informação que se tem é que ele está na UTI, recebendo todos os cuidados necessários e o seu estado de saúde é delicado.
Em uma breve nota, a assessoria de imprensa do Grupo Bom Pastor, pediu orações pelo estado de saúde de Luiz e também pelo momento difícil que sua família está passando.
Histórico
Além de cantor e evangelista, Luiz de Carvalho também é o fundador da gravadora Bom Pastor - uma das mais antigas dedicadas à música cristã.
Além de cantor e evangelista, Luiz de Carvalho também é o fundador da gravadora Bom Pastor - uma das mais antigas dedicadas à música cristã.
Luiz também protagonizou outros momentos de pioneirismo no mercado fonográfico cristão, como a gravação do primeiro LP de 33 RPM e a introdução do violão nos momentos de culto, em 1955 - quando o instrumento ainda era considerado por muitos líderes, como "profano".
fonte:cpad news
fonte:cpad news
Artigos - Igrejas
Pastor da Assembleia de Deus do Brás pede que fiéis repitam várias vezes o nome de um candidato, sem dizer que ele disputa eleição; igreja também distribui santinho e faz enquete de intenção de voto
á passa das 17h45, e o Culto da Família começa em mais um domingo na Assembleia de Deus do Brás - Ministério Madureira (ADBrás), na zona leste de São Paulo. Do lado de fora, muita gente ainda chegando: homens, mulheres, idosos, crianças. Depois de subir as escadas, já dentro do templo, uma funcionária faz um sinal com a mão e diz: “Posso fazer uma pesquisa com você? Em quem você vai votar?”, pergunta, exibindo um formulário onde o fiel pode indicar suas escolhas para senador, deputado federal e deputado estadual. “É só para a gente saber como está o desempenho do pastor aqui da casa”, explica a mulher à reportagem.
O candidato a quem ela se refere é o pastor Cezinha (Cezar Freire), que concorre a uma vaga de deputado estadual pelo DEM. Dentro da igreja, os cerca de 5 mil assentos vão ficando ocupados. Nas cadeiras vazias, junto aos envelopes de “dízimo” e "oferta", os fiéis encontram uma espécie de cartão-postal do presidente da ADBrás, pastor Samuel Ferreira, sorridente ao lado de sua mulher, pastora Keila Ferreira. No verso, uma mensagem sobre “um momento muito importante, as eleições”: “O Cezar hoje é projeto de Deus e de nossa comunidade e precisamos dele na Assembleia Legislativa de São Paulo”, diz o texto, que continua com uma mensagem de “vote”, seguida do nome e do número do candidato.
Além de Cezinha, o santinho pede votos para o deputado federal Jorge Tadeu, também do DEM, que concorre à reeleição. “Apresento-lhe também nosso irmão Jorge Tadeu, para deputado federal. Com ele em Brasília teremos a certeza da defesa e luta pelos nossos ideais”. E então o fiel é informado sobre o número do candidato na urna, não sem antes receber uma nova mensagem do pastor Ferreira: “Peço a você que nos ajude agora com seu voto e sua influência junto aos seus familiares, amigos e conhecidos para conseguirmos mais votos” (veja reprodução do cartão no final da matéria).
A legislação eleitoral proíbe “a veiculação de propaganda de qualquer natureza” em “bens de uso comum” (estádios de futebol, bares, restaurantes, cinemas e igrejas, por exemplo), e o desrespeito à lei pode gerar multa de R$ 2 mil a R$ 8 mil. Para especialistas em direito eleitoral, o material assinado pelo pastor Ferreira configura propaganda irregular.
“O pastor não pode colocar a igreja a serviço da campanha eleitoral de ninguém. Quem está sujeito à multa, neste caso, é o pastor. Se ficar comprovado que os candidatos tinham conhecimento, todos devem pagar”, diz o advogado Arthur Rollo. “Além disso, vão para o inferno”, brinca.
Quanto à pesquisa de intenção de voto, o advogado Guilherme Gonçalves afirma que, como se trata de um “levantamento informal”, não há problema do ponto de vista legal. Já o advogado Arthur Rollo sustenta que a enquete é “uma forma de tutelar o voto do fiel”. “Não é o tipo de conduta saudável à democracia. É como se fizesse lavagem cerebral e quisesse ver se a lavagem cerebral está surtindo efeito”, afirma.
Comício velado
Por volta das 19h, o pastor Samuel Ferreira, que conduz o Culto da Família, diz aos fiéis que quer apresentar “um cara muito simpático, de uma família tradicional, filho de um desembargador do Tribunal de Justiça, que ajuda a igreja em momentos de dificuldade”, e então convida Guilherme Sartori para se juntar a ele. O jovem se levanta de uma cadeira no próprio palco, onde estava sentado com a noiva e a mãe, e ouve com atenção tudo de bom que o pastor tem a dizer a respeito dele e de sua família.
Feito o discurso, o pastor pede para que os presentes agradeçam e orem pela família do desembargador e convida os fiéis a repetirem “Família Sartori”. Depois, conclama o rebanho a gritar em uníssono: “Guilherme Sartori”. Obedientes, os fiéis repetem o nome de Guilherme várias vezes, com os braços erguidos.
“Quem é esse rapaz?”, pergunta a reportagem para uma fiel que repetia o nome de Sartori. “Não sei direito. Filho de juiz, né?” Em um acesso rápido ao Google, a explicação: Guilherme Sartori é candidato a deputado federal pelo PTB.
Em nenhum momento o pastor Ferreira ou o próprio Sartori contaram aos fiéis que quem estava ali era um candidato. Depois de ser apresentado pelo pastor, Sartori afirma, em discurso, que se coloca à disposição da igreja e dos fiéis porque "quando a gente está na Justiça a gente ajuda a família brasileira" (veja vídeo).
Dias depois, em entrevista por telefone, Sartori disse que ver os fiéis repetindo seu nome não lhe causa constrangimento algum. “Constrangimento por quê? Ele (pastor) é meu amigo, fui apresentado como amigo. Sou uma pessoa boa, que quer ajudar as pessoas, ajudar o País. Não tem constrangimento nenhum”, declara. “Não pedi voto, não fiz panfletagem. Isso é antiético, não se pode fazer isso (na igreja)”, continua, para então admitir o objetivo eleitoreiro da visita. “Como eu sou jovem, tenho que ir (ao culto) para fazer o meu nome ser conhecido. A gente é muito ético. Fica difícil concorrer com esses candidatos que têm muito dinheiro", encerra Sartori.
Débora Melo
á passa das 17h45, e o Culto da Família começa em mais um domingo na Assembleia de Deus do Brás - Ministério Madureira (ADBrás), na zona leste de São Paulo. Do lado de fora, muita gente ainda chegando: homens, mulheres, idosos, crianças. Depois de subir as escadas, já dentro do templo, uma funcionária faz um sinal com a mão e diz: “Posso fazer uma pesquisa com você? Em quem você vai votar?”, pergunta, exibindo um formulário onde o fiel pode indicar suas escolhas para senador, deputado federal e deputado estadual. “É só para a gente saber como está o desempenho do pastor aqui da casa”, explica a mulher à reportagem.
O candidato a quem ela se refere é o pastor Cezinha (Cezar Freire), que concorre a uma vaga de deputado estadual pelo DEM. Dentro da igreja, os cerca de 5 mil assentos vão ficando ocupados. Nas cadeiras vazias, junto aos envelopes de “dízimo” e "oferta", os fiéis encontram uma espécie de cartão-postal do presidente da ADBrás, pastor Samuel Ferreira, sorridente ao lado de sua mulher, pastora Keila Ferreira. No verso, uma mensagem sobre “um momento muito importante, as eleições”: “O Cezar hoje é projeto de Deus e de nossa comunidade e precisamos dele na Assembleia Legislativa de São Paulo”, diz o texto, que continua com uma mensagem de “vote”, seguida do nome e do número do candidato.
Além de Cezinha, o santinho pede votos para o deputado federal Jorge Tadeu, também do DEM, que concorre à reeleição. “Apresento-lhe também nosso irmão Jorge Tadeu, para deputado federal. Com ele em Brasília teremos a certeza da defesa e luta pelos nossos ideais”. E então o fiel é informado sobre o número do candidato na urna, não sem antes receber uma nova mensagem do pastor Ferreira: “Peço a você que nos ajude agora com seu voto e sua influência junto aos seus familiares, amigos e conhecidos para conseguirmos mais votos” (veja reprodução do cartão no final da matéria).
A legislação eleitoral proíbe “a veiculação de propaganda de qualquer natureza” em “bens de uso comum” (estádios de futebol, bares, restaurantes, cinemas e igrejas, por exemplo), e o desrespeito à lei pode gerar multa de R$ 2 mil a R$ 8 mil. Para especialistas em direito eleitoral, o material assinado pelo pastor Ferreira configura propaganda irregular.
“O pastor não pode colocar a igreja a serviço da campanha eleitoral de ninguém. Quem está sujeito à multa, neste caso, é o pastor. Se ficar comprovado que os candidatos tinham conhecimento, todos devem pagar”, diz o advogado Arthur Rollo. “Além disso, vão para o inferno”, brinca.
Quanto à pesquisa de intenção de voto, o advogado Guilherme Gonçalves afirma que, como se trata de um “levantamento informal”, não há problema do ponto de vista legal. Já o advogado Arthur Rollo sustenta que a enquete é “uma forma de tutelar o voto do fiel”. “Não é o tipo de conduta saudável à democracia. É como se fizesse lavagem cerebral e quisesse ver se a lavagem cerebral está surtindo efeito”, afirma.
Comício velado
Por volta das 19h, o pastor Samuel Ferreira, que conduz o Culto da Família, diz aos fiéis que quer apresentar “um cara muito simpático, de uma família tradicional, filho de um desembargador do Tribunal de Justiça, que ajuda a igreja em momentos de dificuldade”, e então convida Guilherme Sartori para se juntar a ele. O jovem se levanta de uma cadeira no próprio palco, onde estava sentado com a noiva e a mãe, e ouve com atenção tudo de bom que o pastor tem a dizer a respeito dele e de sua família.
Feito o discurso, o pastor pede para que os presentes agradeçam e orem pela família do desembargador e convida os fiéis a repetirem “Família Sartori”. Depois, conclama o rebanho a gritar em uníssono: “Guilherme Sartori”. Obedientes, os fiéis repetem o nome de Guilherme várias vezes, com os braços erguidos.
“Quem é esse rapaz?”, pergunta a reportagem para uma fiel que repetia o nome de Sartori. “Não sei direito. Filho de juiz, né?” Em um acesso rápido ao Google, a explicação: Guilherme Sartori é candidato a deputado federal pelo PTB.
Em nenhum momento o pastor Ferreira ou o próprio Sartori contaram aos fiéis que quem estava ali era um candidato. Depois de ser apresentado pelo pastor, Sartori afirma, em discurso, que se coloca à disposição da igreja e dos fiéis porque "quando a gente está na Justiça a gente ajuda a família brasileira" (veja vídeo).
Dias depois, em entrevista por telefone, Sartori disse que ver os fiéis repetindo seu nome não lhe causa constrangimento algum. “Constrangimento por quê? Ele (pastor) é meu amigo, fui apresentado como amigo. Sou uma pessoa boa, que quer ajudar as pessoas, ajudar o País. Não tem constrangimento nenhum”, declara. “Não pedi voto, não fiz panfletagem. Isso é antiético, não se pode fazer isso (na igreja)”, continua, para então admitir o objetivo eleitoreiro da visita. “Como eu sou jovem, tenho que ir (ao culto) para fazer o meu nome ser conhecido. A gente é muito ético. Fica difícil concorrer com esses candidatos que têm muito dinheiro", encerra Sartori.
Débora Melo
Assembleia de Deus - Igrejas - Política
A cantora gospel Geslyane Piassa, de 16 anos, foi encontrada em uma
praça próxima ao aeroporto de Goiânia (GO), no último sábado (6), após passar
cinco dias desaparecida. A adolescente foi encontrada enrolada em um cobertor e
vestindo roupas de homem. Desorientada, ela tinha várias marcas de agulhas nos
braços e afirma ter sido estuprada por usuários de drogas.
Em entrevista à Rede Record, a adolescente relatou que saiu de casa para
uma reunião com seu produtor musical. Ela afirma que ao chegar ao local da
reunião bebeu água oferecida pelo produtor, e que em seguida começou a se
sentir tonta e foi levada pelo produtor para um motel. Confusa, ela afirma que
não se lembra direito do ocorrido, mas relata ter sido abusada por usuários de
drogas na rua.
A polícia afirma que já considera o produtor musical e um amigo como
suspeitos, mas que ainda não pediu à Justiça a prisão preventiva de ninguém. A
delegada responsável pelo caso explica que a adolescente, aparentemente, foi
drogada por alguém e que ela será ouvida quando se recuperar psicologicamente,
acompanhada por uma psicóloga.
Apesar de ter relatado ter saído para se encontrar com o produtor, com
quem gravou um CD recentemente, a mãe da adolescente, Eliane Licatta, afirma
que ela saiu de casa dizendo que ia a um salão de beleza. O pai da cantora, Ivo
Piassa, afirma ela não tinha nenhum vício ou briga com alguém. Os pais
afirmaram ainda que a filha não tinha um namorado e nunca deu sinais de que
queria fugir.
Artigos - Igrejas
Um pastor de 40 anos perdeu o olho e parte de massa encefálica depois de ser golpeado com uma faca dentro de um ônibus interestadual que parou na rodoviária de Taguatinga, no Distrito Federal, no último domingo (7). Testemunhas dizem que o pastor, Alessandro Veloso Pires, foi atingido por um homem que se recusou a desocupar a poltrona reservada por ele. Pires está internado em estado grave no Hospital de Base. A Polícia Civil procura o suspeito.
O pastor saiu de Goiânia (GO) com os dois filhos mais novos, de 5 e 12 anos, para assistir ao primogênito desfilar pelo Exército nas celebrações da Independência. Ele havia reservado os assentos 38 e 40. Ao entrar no ônibus, encontrou um homem ocupando um deles.
"Meu pai falou que o cara podia ficar lá, que tinha outras poltronas vazias. Simplesmente isso, não teve diálogo, discussão, não teve nada", afirma Patrick Lucas Pires, militar e filho mais velho da vítima.
De acordo com o rapaz, assim que o veículo estacionou em Taguatinga o homem se levantou e agrediu o pastor. Pires estava com o filho de 5 anos no colo, enquanto o outro ocupava a cadeira ao lado.
"[Foi] do nada", diz o militar. "Ele deu vários golpes na cabeça do meu pai. Meu irmão de 12 anos, quando viu a cena, começou a gritar: 'para, não faz isso não, ele é meu pai'. Depois o cara fugiu."
O pastor passou por cirurgia e corre risco de morte.
O caso é investigado como tentativa de homicídio pela 12ª Delegacia de Polícia.
Artigos - Igrejas
O pastor Daniel Vieira, conhecido por ser um dos preletores do Congresso dos Gideões Missionários da Última Hora, protagonizou um episódio constrangedor logo após a notícia da morte do candidato à presidência da República, Eduardo Campos (PSB).
Vieira usou seu perfil no Twitter para expressar seu pesar pela morte de Campos de uma forma muito peculiar e incomum. “Morre Eduardo Campos, candidato a presidente. Hoje são 13, numero do PT. Deveria ter levado a DILMA!”, publicou o pastor.
Nas redes sociais, a reação indignada dos internautas foi imediata, e até o pastor Ricardo Gondim se manifestou reprovando a postura do colega pentecostal: “Acabo de receber tuíte em que certo pastor goza a tragédia: ‘a morte bateu na porta errada’. A imbecilidade que o gerou o faz mostrar a cara”, criticou.
O pastor Renato Vargens usou seu blog para lamentar que a morte de um semelhante tenha servido para a expressão de desejos inconfessáveis.
“Apesar da tragédia houveram alguns que emitiram afirmações de mau gosto ou inferências políticas bizarras nas redes sociais, como por exemplo, pessoas pedindo para que, no lugar de Campos, estivesse Aécio ou Dilma, ou até mesmo colocando a culpa em um ou em outro pelo acidente. Se não bastasse isso, um pastor, emitiu uma grotesca opinião dizendo que a morte bateu na porta errada”, escreveu Vargens, lamentando o episódio.
A repercussão negativa de sua infeliz frase fez Vieira se desculpar: “Errei ao fazer esse infeliz comentário, todavia, as reações calorosas e violentas em nada os faz (sic) melhores do que eu!! Perdão!”.
Vieira usou seu perfil no Twitter para expressar seu pesar pela morte de Campos de uma forma muito peculiar e incomum. “Morre Eduardo Campos, candidato a presidente. Hoje são 13, numero do PT. Deveria ter levado a DILMA!”, publicou o pastor.
Nas redes sociais, a reação indignada dos internautas foi imediata, e até o pastor Ricardo Gondim se manifestou reprovando a postura do colega pentecostal: “Acabo de receber tuíte em que certo pastor goza a tragédia: ‘a morte bateu na porta errada’. A imbecilidade que o gerou o faz mostrar a cara”, criticou.
O pastor Renato Vargens usou seu blog para lamentar que a morte de um semelhante tenha servido para a expressão de desejos inconfessáveis.
“Apesar da tragédia houveram alguns que emitiram afirmações de mau gosto ou inferências políticas bizarras nas redes sociais, como por exemplo, pessoas pedindo para que, no lugar de Campos, estivesse Aécio ou Dilma, ou até mesmo colocando a culpa em um ou em outro pelo acidente. Se não bastasse isso, um pastor, emitiu uma grotesca opinião dizendo que a morte bateu na porta errada”, escreveu Vargens, lamentando o episódio.
Danilo Fernandes, editor do blog Genizah, publicou artigo sobre o assunto e lamentou a postura do pastor Daniel Vieira: “Entre todo o tipo de absurdo que se lê nas redes sociais ‘evangélicas’ acerca da tragédia que se abateu sobre a nação, fica difícil suportar a ideia de que o mal é a marca mais evidente que se vislumbra [...] logo após o país ser surpreendido com a triste notícia da morte do ex-governandor Eduardo Campos. Entre as mais absurdas teses envolvendo o ‘deus’ que prefere a evangélica Marina Silva ao ímpio – que pena da doce irmã Marina vir a ouvir esta insanidade – vejo embasbacado a imagem deste ‘pastor’, incapaz do menor gesto cristão e de conforto para quem fica”, pontuou.
A repercussão negativa de sua infeliz frase fez Vieira se desculpar: “Errei ao fazer esse infeliz comentário, todavia, as reações calorosas e violentas em nada os faz (sic) melhores do que eu!! Perdão!”.
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