Rádio Maranata FM - Paulo Afonso-BA: Opinião
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Por que, mentindo, vocês desencorajaram o justo, contra a minha vontade, e encorajaram os ímpios a não se desviarem dos seus maus caminhos para salvarem as suas vidas, Ezequiel 13:22

Tenho analisado pregações nas igrejas, literatura cristã, blogueiros, teólogos e colunistas cristãos internet afora e pasmem, poucos manifestam posição na apresentação integral das Escrituras. Percebo uma crescente proposta de secularização da igreja, uma deteriorização de temor sem precedentes e o pior, uma tentativa de relativizar e até invalidar colocações cabais que a bíblia faz sobre o pecado. Tudo isso porque os modernos, descolados, inteligentes e diplomados “defensores do evangelho” tomam posições opostas a tudo o que conhecemos sobre o cristianismo sal da terra e luz do mundo. Estão de mãos dadas com o terreno, apoiando a movimentos liberais e tornando-se libertinos ao se calarem (e quem cala consente). Como forma de tentarem justificar suas insensatas posições de defesa ao que é abominável põe-se a atacar o que acham serem os bodes dentro do aprisco gospel, principalmente os pastores e políticos que estão na mídia.

Quando eu disser ao ímpio que é certo que ele morrerá, e você não falar para dissuadi-lo de seus caminhos, aquele ímpio morrerá por sua iniquidade, mas eu considerarei você responsável pela morte dele. Ezequiel 33:8

Quando eu disser ao ímpio que é certo que ele morrerá, e você não falar para dissuadi-lo de seus caminhos, aquele ímpio morrerá por sua iniquidade, mas eu considerarei você responsável pela morte dele. Ezequiel 33:8

Essa igreja nacional não está enferma só pelos descabimentos midiáticos de um evangelho da prosperidade ou por aparentes políticas utópicas, recheadas de ideais teocráticos (o que como proposta política para o homem deste século é um absurdo). Está moribunda também pela existência de crentes mornos que não tomam posições diante do evangelho completo, porque sabem que ao fazê-lo perderão elogios rasgados, não serão mais acalentados pelos adeptos da “fé rosa” e nem mais compartilhados pelos milhares de leitores de seus textos pomposos. Percebe-se em suas composições textuais extremas subjetividades, ausência de pauta bíblica, achismos, apelação à polêmicas, generalizações, permutas ideológicas e daí bandeiras nada cristãs.

Diga-lhes: ‘Juro pela minha vida, palavra do Soberano Senhor, que não tenho prazer na morte dos ímpios, antes tenho prazer em que eles se desviem dos seus caminhos e vivam. Voltem! Voltem-se dos seus maus caminhos! Por que iriam morrer?’ Ezequiel 33:11

Dirijo-me aos tais pregadores, pastores, doutores, escritores que ficaram só na água com açúcar do Evangelho: Se vocês acham razões para apontar pecados e descalabros das personificações evangélicas deste país por meio de uns poucos pastores e políticos, que mais parecem showmans que ministros do Evangelho, ao menos também poderiam defender as posições claras das Escrituras ou nos demonstrar quais são as reais posições de vocês – mostrem-nos o zelo pela verdade, por todo conselho de Deus, além de se mostrarem apenas como arquétipos da crítica à personalidades evangélicas. Por favor, manifestem vossa posição sobre o que é pecado, inclusive o homossexualismo. Apresentem a vossos leitores com amor tudo o que a bíblia diz sem meios e rodeios. Isso é posicionamento sobre o que a Palavra de Deus expressa e tem suas consequências; será que vocês topam esse desafio?

Mas, se você de fato advertir o ímpio para que se desvie dos seus caminhos e ele não se desviar, ele morrerá por sua iniqüidade, mas você estará livre da sua responsabilidade. Ezequiel 33:9

É tempo de combatermos dentro do mundo cristão esse evangelho humanista que tenta a todo custo forjar um deus moralmente manifesto na via única do amor; uma divindade reduzida à pura compreensão, complacente com toda a sorte de escolhas, prazeres e entendimentos do ser humano – esse não é o Deus que se revela na Bíblia. Quem tem feito isso no Brasil? Os mesmo que ocupam 95% de suas produções intelectuais para se lançarem contra os poucos que tiveram coragem de se levantar nesse país pra gritar – aqui ainda é uma democracia! São os mesmos que não tendo coragem para admitir abertamente, acolhem de bom grado a teologia inclusiva, mesmo que para isso tenham que “neutralizar” a hamartiologia explícita das escrituras – tentam demolir um pilar doutrinário inteiro, menos é claro, os pontos que lhes convém para continuarem condenando e atacando aqueles que sem qualquer consideração rotularam de radicais, extremistas e fundamentalistas.

Também condenou as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinzas, tornando-as exemplo do que acontecerá aos ímpios; 2 Pedro 2:6

Não aceitamos essa eisegese que torna espúria a manifestação escriturística da justiça de Deus, frente a qual todo homem terá contas a prestar. Por mais moderado que eu seja, não consigo aceitar como “evangélicas” ou “cristãs” as idéias de alguns formadores de opinião do meio gospel, ao sugerirem e defenderem pontos de vistas que se caracterizam como desobediência frontal a Palavra de Deus. Não dá pra aceitar crente lendo horóscopo, investindo dinheiro em jogos de azar, defendendo a liberação da maconha, sugerindo passeios e interações em meio as festas ímpias do carnaval, propondo troca de casais entre crentes, consumindo bebida alcoólica; e depois de tudo isso, o sujeito ainda vem a público querendo falar de fé cristã? Todo homem e mulher que não se arrependerem, confessarem e abandonarem suas práticas de mentira, vícios, impureza, adultério, fornicação, homossexualismo, lesbianismo, torpezas, glutonaria, hipocrisia, ira, soberba, avareza, maledicência e tantos outros pecados que as escrituras condenam irão para o inferno final – o lago de fogo e enxofre.

Que o ímpio abandone seu caminho, e o homem mau, os seus pensamentos. Volte-se ele para o Senhor, que terá misericórdia dele; volte-se para o nosso Deus, pois ele perdoará de bom grado. Isaías 55:7

Também tem essa pregação inclusiva, que se diz evangélica, quando na verdade é a promulgação dos estatutos futuros do reino do Anticristo nessa terra e é uma negação das posições mais explícitas da bíblia contra as aberrações de conduta produzidas pelo pecado. Esse teologismo-gay à moda brasileira sob influências de esquerda e declínio espiritual europeu tende a crescer e a manifestar quem é a favor ou contra a pregação do verdadeiro e completo Evangelho – é só observar o que falam ou escrevem. A discussão e o entendimento sobre homofobia e qualquer perseguição ou discriminação no Brasil é pertinente e precisa avançar até ao ponto do respeito civil ser mútuo e que as leis não imponham privilégios a ninguém, mas que garantam direitos e proteção iguais a todos os cidadãos brasileiros, independente de opção sexual, filosófica ou religiosa – é para isso que serve a dita laicidade do Estado. Mas, em matéria de bíblia a história é outra, e apelo aos leitores do texto à fixarem-se nesta linha. A bíblia condena o homossexualismo e não há teologia inclusiva, integral, pentecostal, tradicional, semântica ou exegese que prove o contrário disso. A boa notícia é que Deus nos ama do jeito como somos e que nos oferece uma nova vida conforme à vontade Dele!

Por Silvo Costa

"As opiniões ditas pelos colunistas são de inteira e única responsabilidade dos mesmos, as mesmas não representam a opinião do Gospel+ e demais colaboradores."


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Devemos fazer a nossa parte e deixar o resto com Deus

Pastor Silas Malafaia fala sobre a complexidade do perdão e afirma que é “indispensável” praticá-lo: “Devemos fazer a nossa parte e deixar o resto com Deus”

O gesto de perdão exige esforço e abdicação de orgulho ou razão, e não significa necessariamente esquecer a ofensa, mas deixar de levá-la em consideração. Sobre este tema complexo, o pastor Silas Malafaia publicou um artigo que resume o assunto: “Perdoar implica cancelar ou remir uma dívida”, escreveu.

Em seu texto, Malafaia destaca a origem do conceito de perdão dentro do cristianismo: “Uma vez que recebemos o perdão de Deus, quando merecíamos a morte, devemos demonstrar gratidão e disposição para perdoar aquele que nos ofendeu, até porque, na oração modelo do Pai-Nosso, Jesus pediu que Deus perdoasse as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores (Mateus 6.12)”, contextualizou.

O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) pondera ainda a respeito das dificuldades que envolvem o perdão: “Quem já foi ofendido ou injustiçado sabe que não é fácil perdoar. Aliás, quanto maior for o dano a nós causado e a nossa proximidade com aquele que pecou contra nós, mais difícil será perdoá-lo”, observa Malafaia.

No entanto, o pastor frisa que “é indispensável que entendamos e pratiquemos o perdão, cancelando a dívida que nosso próximo tem para conosco, a fim de que a nossa dívida com Deus também seja cancelada, não haja resquício de ódio e amargura em nosso coração, tenhamos paz, equilíbrio, alegria”.

“Há pessoas que não perdoam porque quem as ofendeu não pediu perdão formalmente, reconhecendo seu erro, e há aquelas que não perdoam por acreditarem que a ofensa é grande e grave demais para ser apagada ou esquecida após um simples pedido de perdão”, ilustra Malafaia, antes de acrescentar: “Ainda que alguém não reconheça o erro e não demonstre arrependimento genuíno pelo mal que nos causou, devemos perdoá-lo. Devemos fazer a nossa parte, e deixar o resto com Deus”, orienta.

Fonte:
Verdade Gospel | Maranata FM


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O suicídio é uma forma de deserção. Suicídio é o "ato pelo qual um homem, por sua própria autoridade, dá a si mesmo a morte". Conforme Lê Senne, na citação de Régis Jolivet, suicídio "é o assassinato de si mesmo por conveniência pessoal, isto é, um ato pelo qual o "eu" que o decide e o executa considera-se como superior a todo fim, regra ou valor moral".
Dá-se o suicídio, stricto sensu, quando o indivíduo procura determinadamente a morte por qualquer meio com plena consciência do ato que pratica. Filosoficamente, assim considerado, seria de se excluir o caso de uma pessoa que se mata por efeito de um erro fatal ou acidente, assim como o de um demente que põe fim à própria vida sem perfeita consciência do resultado do seu ato e, ainda, o caso da pessoa que assume o risco da morte em defesa da pátria ou para salvar alguém de um perigo.
Todavia, é bastante usado o termo, lato sensu, para compreender qualquer atitude da pessoa contra sua integridade física. A prática suicida se perde na bruma dos tempos. Vamos encontrá-la nas priscas eras da história humana.
Entre os orientais dominados pelo fanatismo religioso ou condicionado ao abandono de si mesmos, ao desprezo dos bens terrenos, o suicídio era coisa banal. No Oriente antigo, os gimnosofistas, membros de uma seita filosófica ascética, que andavam nus nas florestas para aprender a desprezar a vida, quando estavam velhos e doentes se atiravam naturalmente às fogueiras.
Tem-se ciência de que na Índia, durante muito tempo, houve suicídios ritualísticos: nas festas Djagenernat, os seus adoradores se atiravam sob seu carro para serem esmagados; era comum, também, as viúvas atirarem-se à pira funerária (fogueira da incineração) dos seus maridos para serem queimadas vivas.
Na China antiga, o suicídio era bastante comum. Por ocasião da queima de livros sagrados, por ordem do Imperador Ching-Caangue-ti, quinhentos discípulos de Confúcio se suicidaram para não sobreviverem àquela perda.
No Japão, até há algum tempo, o Haraquiri (rasgar as entranhas) era considerado o mais honroso dos suicídios. Na história do antigo Egito, tornou-se célebre o suicídio de Cleópatra, que se deixou picar por uma áspide por considera isto um meio mais suave de morrer.
Na história do pensamento, no período clássico, encontramos o suicídio considerado como coisa permitida e, em certos casos, louvada (moralistas/estóicos) e, também, como ato condenável (Pitágoras/Sócrates).
Modernamente, o suicídio passou a ser tido pelos espiritualistas e por Kant como um ato reprovável, enquanto veio a ser legitimado pelos moralistas/pessimistas e, em geral, pelos materialistas.
Sob a ângulo da moral, o estoicismo considerava o suicídio até como uma virtude, no caso em que o indivíduo não via possibilidade de ficar consequente consigo mesmo e permanecer na sociedade. Friedrich Nietzsch, filosofo alemão, justificava o suicídio dos fracos e descrentes, baseado na sua doutrina do eterno retorno.
O suicida depressivo. Infelizmente existem casos de depressão em que os deprimidos escolheram erradamente o caminho do suicídio - violando assim, o direito natural da vida. Nesse caso, o suicídio torna-se " a autodestruição, mediante a supressão intencional da própria vida". Alegando pressão alguns notáveis da história suicidaram-se alegando "a Teoria dos valores" quando na verdade estavam com depressão. Sócrates, Adolf Hitler, Santos Dumont, Getúlio Vargas e outros vultos da história.
O cristianismo sempre foi contrário à atitude suicida, e o protestantismo, através principalmente de Lutero e Calvino, sempre ensinou que Deus é o Senhor único e Absoluto da vida e da morte, sendo o suicídio considerado uma violação do direito natural, desde que o homem não se pertence, não é seu próprio autor e dono. A pessoa não pode dispor de sua vida a seu talante.
Destarte, do ponto de vista da filosofia moral cristã, o suicida labora conta Deus, o autor da vida; contra si mesmo, privando-se da vida, em lugar de conservá-la mesmo diante do infortúnio , e contra a sociedade, pelo fato de privá-la de um seu membro e negar-lhe exemplo de paciência na adversidade.
Do ponto de vista sociológico, é de verificar se que estudos do tema terminaram por estabelecer certos fatos curiosos:
1. A raça branca é mais sujeita ao suicídio.
2.Os homens concorrem com uma contribuição maior do que as mulheres para o suicídio.
3.O suicídio, em sua incidência, aumenta, em geral, com a idade, e as mulheres que se suicidam o fazem com menos idade do que os homens, sendo que, a partir dos quarenta (40 anos a proporção dos homens acha-se em excesso.
4.Até os oitenta e cinco ( 85) anos sempre predomina o suicídio dos homens em relação às mulheres.
5.Os casados são menos propícios ao suicídio do que os solteiros e estes menos do que os divorciados.
6.Os meios preferidos empregados no suicídio são, por ordem: enforcamento, afogamento, tiro, instrumentos cortantes e envenenamento.
7.Os meios empregados pelas mulheres são menos violentos do que os empregados pelos homens.

SEIS SUICIDAS NA BÍBLIA
Do ponto de vista divino de observação, a Bíblia fala de seis suicídios, a saber:
1.Sansão. Jz 16.30.
2.Saul. I Sm 31.14.
3.O escudeiro de Saul. I Sm 31.5.
4.Aitofel. II Sm 17.23.
5.Zinri. I RS 16.18
6.Judas Iscariotes. Mt 27.3-5.

O SUICIDA VIOLA O DIREITO NATURAL
O suicida viola o direito natural, porque o homem não pertence a si mesmo. Matando-se, o homem:
1. Peca contra Deus, que é o Senhor da Vida.
2.Peca contra si mesmo, privando-se do primeiro dentre os bens deste mundo e do mundo vindouro, que é a vida. Deus disse: " Não matarás" ( Êx 20.13): quer dizer: A ti mesmo e a outrem. "Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si" (Rm 14.7).
3.Peca contra a família - trazendo sobre ela um opróbrio constrangedor para o resto da vida.
4.Peca contra a sociedade, primeiro por privá-la de um dos seus membros, e, depois, por recusar-lhe o exemplo da virtude e da paciência na angustia.
"Aquele que tem um porquê para viver consegue ultrapassar quase todos os Cosmos" - Nietzsche

OBRAS CONSULTADAS
Nietzsche - O filósofo do Niilismo e do Eterno Retorno. Pensamento & Vida. Editora Escala.
Sociologia. Danos Colaterais - Desigualdade Social Numa Era Global. Bauman, Zygmunt/Zahar. Editora Marca.
A Tradição-Sabedoria: uma introdução ao estudo comparado de filosofia oriental e ocidental. Pedro Oliveira; Lindemann. Editorial Kiron.
Pesquisa do IBGE.
Pensadores Cristãos. Franklin Ferreira. Editora Vida.


AUTOR: Pr. Napoleão de Castro
É teólogo, conferencista e pastor da Assembleia de Deus na cidade de Cacimbinhas-AL 



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Para ele o esporte é um culto à violência

Em um vídeo postado em seu canal no Youtube ele comenta sobre o tema descrevendo a luta como uma “pancadaria onde dois homens entram em uma jaula e surram um ao outro até que um fique desacordado”.

McAlister sabe que há lutadores evangélicos e que tem pastores que apoiam as lutas, mas ele não concorda com essa modalidade esportiva. “É um culto à violência contra o próximo e me parece uma forma muito estranha de entretenimento”, diz.

“Creio que qualquer prazer que você tire da violência alheia é algo que não acha abrigo nos valores cristãos. Não concordo com isso.”

O bispo primaz da Igreja Nova Vida é praticante de surf, um esporte radical, mas não violento como ele mesmo pondera. “Eu sei que os lutadores de jiu-jitsu evangélicos e gospel vão me mandar cartas, vocês vão me xingar e vão dizer ‘ah bispo vai lá fazer tricô’, mas não é nada disso… Meu esporte é o surf. Ele é considerado um esporte radical tem uma certa violência no sentido de ser muito difícil fisicamente, muito vigoroso, mas não machuco ninguém, certamente não de propósito, já fui machucado, mas também não de propósito.”

McAlister chega a comparar o MMA com o circo dos gladiadores, dizendo que gostar desse esporte não é a mesma coisa que gostar de futebol, por exemplo. “A violência, embora esteja presente no futebol, não é o objetivo do jogo. O objetivo é marcar gol.”

“Agora o objetivo desse esporte (MMA) é causar a dor, é machucar é vencer o oponente lhe causando dano físico. Você pode dizer que existe lutadores que são cristãos, mas não compreendo isso e apesar de todos os argumentos que já ouvi, não me convenço que essa seja uma atividade cristã”, encerra ele.

Assista:







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Toda vez que é proferida a expressão “uma vez salvos, salvos para sempre” muitos torcem o nariz, olham feio, e até mesmo dizem que isso é uma heresia. Isso talvez seja fruto do “espantalho” criado ao redor dessa expressão, e a falta de entendimento a respeito da doutrina da salvação. Na atualidade muitos pensam que ter certeza da salvação pode levar a atos libertinos, ledo engano.

Vejamos o que a Bíblia diz a respeito:

“Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz Deus para que haja temor diante dele”.
[Eclesiastes 3:14]

A salvação, enquanto ato exclusivo de Deus na vida do homem, não pode ser perdida, pois como a palavra de Deus trata acertadamente nessa passagem, “TUDO QUANTO DEUS FAZ DURARÁ ETERNAMENTE”. Aquilo que é eterno, não tem fim. Logo, a obra da salvação que Deus opera na vida de seus servos nunca terá fim, nunca acabará. Pois não. A nossa salvação não depende de nós, mas sim daquEle que nos deu a salvação.

“E farei com eles uma aliança eterna de não me desviar, de fazer-lhes o bem; e porei o meu temor nos seus corações, para que nunca se apartem de mim”.
[Jeremias 32:40]

Desde os tempos do antigo testamento, Deus tem uma aliança com seu povo, e essa aliança é eterna. Eterna, pois está firmada em Deus, e não nos homens, haja vista, se do contrário fosse, certamente essa aliança seria deveras perecível.

Se observarmos a parte B do versículo, notaremos que essa aliança, além de estar firmada em Deus, está garantida por Ele, vejamos “e POREI o MEU temor nos seus corações, para que NUNCA se apartem de mim”.

“Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo”;
[Filipenses 1:6]

A obra da salvação na vida do crente começa a partir de um ato divino. A iniciativa parte de Deus, considerando que algo tão bom como a salvação, não poderia partir do homem, portanto, quem começa a BOA OBRA em nós, aperfeiçoará até aquele maravilhoso dia, o dia de Jesus Cristo, onde todos seremos julgados, todavia, nós já estamos separados por aquEle que começou em nós essa maravilhosa obra.

“E o Senhor me livrará de toda a má obra, e guardar-me-á para o seu reino celestial; a quem seja glória para todo o sempre. Amém”.
[2 Timóteo 4:18]

Esse texto é tão contundente naquilo que se propõe, que qualquer alfabetizado pode entende-lo e interpreta-lo corretamente.

É maravilho observar essa declaração do apóstolo Paulo, “ E o SENHOR me livrará de TODA má obra”. Isso mostra, que se não fosse o Senhor, estaríamos atolados e enlodados em toda má obra, que nossa carne ama.

O texto continua com ainda mais contundência: “e GUARDAR-ME-Á para o seu REINO CELESTIAL”. Quanta clareza nessa declaração! O apóstolo Paulo foi contundente demais. Ele reconhece que o Senhor que nos guarda nessa terra para que possamos entrar no reino celestial, se assim não fosse; certamente estaríamos fadados ao inferno.

“E a vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum de todos aqueles que me deu se perca, mas que o ressuscite no último dia.
Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia”.
[João 6:39-40]

Agora, vejamos as palavras do próprio Senhor Jesus sobre esse assunto. Observe a contundência em que esse assunto é tratado por Ele. “Que NENHUM de todos aqueles que me deu se perca, mas que o RESSUSCITE no último dia”, todos aqueles que o Pai dá irão a Cristo, e todos que irão a Cristo NUNCA se perderão, porque esta é a vontade do PAI. E esses serão ressuscitados no ultimo dia. Que maravilhosa notícia aos que creem em Cristo.

“As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem;
E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão.
Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai”.
[João 10:27-29]

Outra declaração de nosso senhor Jesus Cristo referente à nossa eterna segurança, observemos atentamente para essa declaração:

“E dou-lhes a vida ETERNA, e NUNCA hão de PERECER, e NINGUÉM as ARREBATARÁ da minha mão.”

Podemos notar nessa maravilhosa declaração, que a vida que recebemos é eterna, nunca iremos perecer e estamos seguros nas mãos de Cristo, nosso único e suficiente salvador.
E a declaração não para por aí: “Meu Pai, que mas deu, é MAIOR do que todos; e NINGUÉM pode ARREBARA-LÁS da mão de meu Pai.” Que segurança bendita é essa?! Que noticia maravilhosa?! É impossível ler esses versículos e o olhos não encherem de lágrimas de saber quão seguros estamos e quão zeloso é nosso Deus.

“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro.
Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor”.
[Romanos 8:35-39]

Como pode alguém questionar essa doutrina depois de ler esses versículos? Nem se eu fosse o maior dos incrédulos, negaria o que apóstolo Paulo diz aos romanos.

Analisemos o texto: “Porque estou certo de que, nem a MORTE, nem a VIDA, nem os ANJOS, nem os PRINCIPADOS, nem as POSTESTADES, nem o PRESENTE, nem o PORVIR. Nem a ALTURA, nem a PROFUNDIDADE, nem alguma outra CRIATURA nos poderá SEPARAR DO AMOR DE DEUS, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” Irmãos, NADA, pode nos separar do amor de Deus, somos seus filhos, e como Pai, Ele nos ama eternamente. Não poderia deixar de citar esse versículo, pois seria uma lastima se assim o fizesse.

Como nos conforta saber que apesar das muitas lutas, tribulações e tentações do dia-a-dia, NADA é capaz de nos separar do amor de nosso Pai celeste.

Apesar de achar na palavra de Deus mais uma série de versículos, acho que esses são suficientes para mostrar que a salvação é um ato exclusivo de Deus e, acima de tudo, um ato de amor. Esse amor que Ele tem por nós é eterno.

É impossível um crente viver feliz seus dias nessa terra sem essa segurança. Muito me maravilha que a igreja moderna tenha sucumbido essa doutrina BÍBLICA. Talvez por negligencia, ou quem sabe por medo de gerar uma certa libertinagem entre os fiéis. Penso eu, que aqueles que conhecem essa doutrina, e a entendem, JAMAIS preferirão o pecado.

É tão maravilhoso, tão confortante e tão emocionante saber que temos um Deus tão zeloso, que cuida de nós, que sabe de nossa fraqueza, que nos segura pela mão para não tropeçarmos e nos conduz com amor eterno para sua glória.

Enquanto escrevia esse pequeno artigo, minha mente cantarolava esse maravilhoso hino:

Segurança Bendita

Que segurança! Sou de Jesus!
Por Ele agora vivo na luz!
De Deus herdeiro a mim me tornou!
Pelo seu sangue, que me salvou”

Canta minha alma! Canta ao Senhor
As maravilhas do seu amor!
Canta, minha alma! Canta a Jesus!
Por ele vives hoje na luz.

Inteiramente me submeti.
Plena alegria nEle senti!
Dos céus descendo, tenho na cruz
Graça inefável por meu Jesus!

Sempre submisso quero viver,
Sua vontade sempre fazer,
Rejubilando a todos contar
Que meu Jesus me veio salvar.

* As opiniões expressas nos textos publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores e não refletem, necessariamente, a opinião da Rádio Maranata FM.

AUTOR: Vinícius Corrêa
Membro da Igreja Presbiteriana Independente de Pindamonhangaba, fundador da Fan Page Fé Reformada e colaborador da Fan Pag Reforma que Passa.
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