Rádio Maranata FM - Paulo Afonso-BA: Pr. Silas Malafaia
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O envolvimento de cristãos com a política é fonte de discussões eternas e intensas, pois há quem entenda que este tema não deve ser misturado com a fé, e quem defenda que, mesmo os mais religiosos são cidadãos num contexto social e, por isso, devem estar atentos a tudo que acontece na sociedade, manifestando-se e ajudando na tomada de decisões.

O pastor Silas Malafaia publicou artigo sobre o tema e afirmou que, apesar da cultura evangélica ter sido de alienação do assunto por muitos anos, ele tem se empenhado em mudar essa visão.

“Muitos evangélicos já me criticaram por causa de minha postura diante de questões políticas. A maior parte das críticas dizia que cristão não podia envolver-se com política. No entanto, todos os que fazem parte da Igreja de Cristo precisam entender que pertencem a um contexto social. A Bíblia apresenta o ser humano como um ser biológico, psicológico, sociológico e espiritual, mas a maioria dos evangélicos se limita a pensar sobre questões espirituais. Para estes digo que não podemos espiritualizar tudo e pensar que somos anjos e ainda não herdamos o céu”, argumentou o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

Segundo o pastor, outros líderes que antecederam a geração atual são os responsáveis pela visão de separação das igrejas e seus membros da sociedade e suas demandas: “Lamentavelmente, cresci ouvindo muitos dizerem que política é coisa do diabo. Mas isso não é culpa dos cristãos, e sim dos pastores que não ensinaram ao seu rebanho a importância de exercerem a cidadania. Por causa disso, todos que estão em evidência, os ministros, os políticos, os professores, os filósofos, a mídia e os artistas, podem influenciar o povo a respeito das eleições. Mas o pastor não, porque isso seria um equívoco”.

Usando sua postura como ilustração, Malafaia ressaltou a importância de dar atenção a temas que envolvam de forma mais direta os conceitos bíblicos: “Sempre fiz questão de acompanhar projetos que estão diretamente ligados à família, à liberdade de religião e de expressão e à saúde pública. Por diversas vezes, participei de audiências públicas no Congresso Nacional. Em uma delas, somei forças para ajudar a derrotar projetos que sancionavam o aborto e presenciei a discussão sobre o estatuto da família, que realizou amplo debate a respeito de um projeto de lei que favorece os homossexuais (o PL 122)”, exemplificou.

O pastor afirmou ainda que participar da política nacional é “um privilégio, visto que muitas nações não respeitam a democracia”, e que por isso, é importante que cristãos estejam presentes na política.

“É também de suma importância termos pessoas que professam a nossa fé em cargos políticos, para expor nossa necessidade, defender nossa posição a respeito dos assuntos em pauta e defender leis que estejam em harmonia com a Lei de Deus. Graças ao Senhor, os evangélicos começaram a compreender que não vivem isolados na terra, e despertaram para o exercício da cidadania. Afinal, existem questões para as quais não basta orar; é preciso também agir. Usufruamos, então, da democracia, para debater ideias até chegar a um consenso”, escreveu Malafaia.

Lembrando que as diversas correntes evangélicas do país possuem inúmeras diferenças, Silas Malafaia pondera que é importante politizar os fiéis, mesmo que isso não traga homogeneidade ao grupo: “Claro que não alcançaremos a unanimidade. Nem mesmo Jesus, com Sua surpreendente sabedoria e Seu senso de justiça, agradou a todos. Mas, o que não podemos fazer é enclausurar-nos na igreja e pensar que as decisões políticas não nos atingirão”, e conclui: “Já que podemos discutir e expressar nossa opinião, vamos apoiar as causas que defendem os princípios cristãos e, principalmente, zelar pelo voto consciente durante os pleitos eleitorais. Essa atitude significa sair da posição ‘isso não é comigo’ e praticar a cidadania”.

Fonte: Gospel+


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Ele faz uma explicação história sobre a festa que tem como origem orgias sexuais, bebedeira e glutonaria.

Neste sábado (1º) iniciou oficialmente o feriado de Carnaval que dura a até a terça-feira (3) sendo seguido pela Quarta-Feira de Cinzas (4).

A origem da “festa da carne” não é certa, mas sabe-se que em sua origens há orgias sexuais, bebedeiras, glutonaria e até oferendas a deuses pagãos.

Por estes e outros motivos é que o pastor Silas Malafaia escreveu um artigo para mostrar que um evangélico não pode e nem deve participar do Carnaval.

Antes de fazer suas conclusões sobre o tema e dar um versículo bíblico como base, Malafaia faz uma análise histórica do Carnaval passando pelo oficialização da festa pela Igreja Católica e os grandes festejos populares que antecediam a Quaresma, período de preparação espiritual para os católicos.

“No período que ia da Quarta-feira de Cinzas até o Domingo de Páscoa, o povo deveria entregar-se à austeridade e ao jejum, para lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se”, lembra Silas Malafaia.

Por conta desse longo período de privações, o povo estava liberado para cometer algumas extravagâncias para compensar esse período. ” Às vésperas da Quaresma, os cristãos fartavam-se de assados e frituras entre o domingo e a ‘terça-feira gorda’. O que deveria ser apenas uma festa religiosa acabou assimilando os antigos costumes de libertinagem e bebedeiras”, ensina o pastor assembleiano.

“Aconselho aos que não participam do Carnaval que continuem de fora; e, aos que participam ou pretendem participar, meu conselho é 1 João 2.16: Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. Sendo assim, não convém ao cristão, mesmo a título de curiosidades, participar dessa festividade”, disse.

Fonte: Gospel Prime


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O pastor Silas Malafaia promoveu mais uma cruzada “Vida Vitoriosa pra Você” em Fortaleza-CE, neste último final de semana e a grande surpresa deste ano foi a apresentação de Jotta A que além de interpretar várias canções evangélicas, anunciou sua contratação pela Central Gospel Music.

Jotta A  é o cantor mirim que foi considerado a maior revelação da música gospel de 2011. Com apenas 12 anos ganhou a mídia quando passou a se apresentar no Programa Raul Gil e a cantar grandes clássicos da música cristã como Happy Day, Amazing Grace, Aleluia, Agnus Dei e Batalha de Jericó.

No twitter o jovem expressou sua alegria em ser contratado pela gravadora Central Music e agora fazer parte do ministério Vitória em Cristo, do pastor Silas Malafaia.

Jotta A está finalizando seu primeiro CD que deve chegar às lojas no início de 2012. A cantora Eyshila contou através do twitter que já ofereceu uma de suas canções para que ele grave. Jotta A também compôs algumas músicas e deve regravar algumas conhecidas em inglês e português.

Os vídeos do jovem cantor no Youtube obtiveram milhares de acessos e chegou a alcançar sites cristãos de vários países.

Fonte:
http://www.guiame.com.br/v4/160475-1696-Jotta-A-anuncia-sua-contrata-o-pela-Central-Gospel-Music.html





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Devemos fazer a nossa parte e deixar o resto com Deus

Pastor Silas Malafaia fala sobre a complexidade do perdão e afirma que é “indispensável” praticá-lo: “Devemos fazer a nossa parte e deixar o resto com Deus”

O gesto de perdão exige esforço e abdicação de orgulho ou razão, e não significa necessariamente esquecer a ofensa, mas deixar de levá-la em consideração. Sobre este tema complexo, o pastor Silas Malafaia publicou um artigo que resume o assunto: “Perdoar implica cancelar ou remir uma dívida”, escreveu.

Em seu texto, Malafaia destaca a origem do conceito de perdão dentro do cristianismo: “Uma vez que recebemos o perdão de Deus, quando merecíamos a morte, devemos demonstrar gratidão e disposição para perdoar aquele que nos ofendeu, até porque, na oração modelo do Pai-Nosso, Jesus pediu que Deus perdoasse as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores (Mateus 6.12)”, contextualizou.

O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) pondera ainda a respeito das dificuldades que envolvem o perdão: “Quem já foi ofendido ou injustiçado sabe que não é fácil perdoar. Aliás, quanto maior for o dano a nós causado e a nossa proximidade com aquele que pecou contra nós, mais difícil será perdoá-lo”, observa Malafaia.

No entanto, o pastor frisa que “é indispensável que entendamos e pratiquemos o perdão, cancelando a dívida que nosso próximo tem para conosco, a fim de que a nossa dívida com Deus também seja cancelada, não haja resquício de ódio e amargura em nosso coração, tenhamos paz, equilíbrio, alegria”.

“Há pessoas que não perdoam porque quem as ofendeu não pediu perdão formalmente, reconhecendo seu erro, e há aquelas que não perdoam por acreditarem que a ofensa é grande e grave demais para ser apagada ou esquecida após um simples pedido de perdão”, ilustra Malafaia, antes de acrescentar: “Ainda que alguém não reconheça o erro e não demonstre arrependimento genuíno pelo mal que nos causou, devemos perdoá-lo. Devemos fazer a nossa parte, e deixar o resto com Deus”, orienta.

Fonte:
Verdade Gospel | Maranata FM


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